Count to 3! Contar até 3!

What is better: to be loved or feared?

Being loved is the most politically correct answer. But, think about you with three children between 9 and 13 years old. Think about a Monday morning, organizing the troop to go to school … do you prefer to be loved or obeyed?

Clear. Always, the true and honest answer to that question is to be obeyed. It is better if the woman obeys, if the husband obeys, if the children obey, if the workers obey. It is better to have the other subjugated than to be in a relationship from where the will of both is free. It requires less self-effort, requires less dedication, and above all, no example is required. Just count to three, or give three chances, then punish.

Efficient parents punish on the third repetition of the faulty behavior, tolerant parents punish the fourth. The old discussion of 1 … 2 … 3punischment or 1 … 2 … 3 … and punishment. Finally, fear is an easier tool to manage supervisory relationships. It is easier to use authoritarianism (even if looking for a fair balance in it) than democracy and equality. The order is given, the warning is signed and, after three warnings, the demission is fair.

Being loved or admired implies self-reassignment. It implies an important change in the standpoint of oneself in relation to the other. In fear, the question “who am I?” Is filled automatically by a position which, in itself, implicitly or explicitly carries with it authority. For example: “I am your mother. Obey me.” Or  “here in this house, who pays the bills is me, so obey me. I am your father,” “while I own this company, things here will proceed as I want.”

When the question “who am I?” Is not previously answered by the position in charge, it refers to the subject, his/her history and, above all, the historical ties built up in that relationship. So it is, at every moment, a blank sheet that requires from those who want to lead, the construction of a strategy designed exclusively for the situation.

That is, it requires effort, reflection and, mainly, empathy. It replaces the “do what I say” with “what it takes for you to do what I would like ?”. And in that case, the question “who is in charge?” Is replaced by the question “Why?”. Why do what you say? What is the purpose of this? And, even, and why not, “what’s the proposal ?”!

To be the model is to become an example to be followed. Abdicated from the position of power to take the place of leader or model. For this, knowing what is the main goal, for the long-term future, clarify for all those involved the way to be driven, convince them that these goals are interesting for everyone, include the interests and needs of the other in the process … in other words, moving from a self-centered world to a collective space of mutual consideration, voluntarily constructed is the basis.

That is, stop bossing, demands work, requires education and mutual intelligence. It is much easier to determine a power to the charge than to assume the help to the other, and then to thrust the power down by violence or guilt is even easier. It is easier to dress with the toga acquired by competition than to build a relationship of admiration with the world. The second needs the other to be interested in you. And that you have him as the focus of your life.

Look at each other, build a bond of empathy, and put the other as the center on the base of being loved and admired. Imagine a mother who instead of screaming, says. Instead of threatening, invites. It would be unthinkable to build with children, a relationship where, instead of shouting at the bedroom door in the morning, everyone collaboratively works for breakfast. Instead of each one looking at his navel and obeying to avoid punishment, all assume their responsibilities and share community life. Each one does its part in the collective space construction. Imagine the work that this would give: dialogues, conversations, coexistence, hugs, dicussions, narratives, examples. An endless work, tiring, repetitive and with great chances of having to be redone and maintained lovingly.

The narratives approach, bring personal history as an adventure, humanize the image of the narrator and forge identification with the feelings and passes. The dialogues place the other in new perspectives (fathers would have to admit that the children grow up and become right and think as well). Coexistence creates intimacy and trust about who you are and what you schow in the relationship, so reality has to be built in a co-exciting way. But all this requires time, investment of affection, constancy, and flexibility. It demands responsibility for the relationship.

Wow, I agree, it’s a lot of work: It’s much better to be feared, it requires a simple count to 3 and get down the arm.

Contar até 3

O que é melhor: ser amado ou ser temido?

Ser amado é a resposta mais politicamente correta. Mas, pense em você com três filhos, entre 9 e 13 anos. Pense numa manhã de sgunda-feira, organizando a tropa para ir para a escola… você prefere ser amado ou obedecido?

Claro. Sempre, a resposta verdadeira e sincera para essa pergunta, é ser obedecido. É melhor que a mulher obedeça, que o marido obedeça, que os filhos obedeçam, que os funcionários obedeçam. É melhor ter o outro subjulgado do que estar em uma relação de onde a vontade de ambos é livre. Exige menos esforço próprio, exige menos dedicação e, principalmente, não é preciso exemplo. Basta contar até três, ou dar três chances e, em seguida, punir.

Pais eficientes punem na terceira repetição do comportamento falho, pais tolerantes punem na quarta. A velha discussão do 1…2…3porrada ou 1…2…3…e porrada. Enfim, medo é uma ferramenta mais fácil para gerenciar relações de supervisão. É mais fácil usar-se do autoritarismo (mesmo que procurando-se uma linha justa nele) do que navegar na democracia e igualdade. Manda-se, entrega-se a advertência em duas vias para ser assinada, e, na terceira a demissão é dejusta causa.

Seramado ou ser admirado implica em auto-resposabilização. Implica em uma mudança importante no posto de vista de si mesmo em relação ao outro. No medo, a pergunta “quem sou eu?” é preenchida de forma automática por um cargo que, traz em si, implicita ou explicitamente, a autoridade. Por exemplo: “ Eu sou sua mãe. Me obedeça.” ou “aqui nessa casa, quem paga as contas sou eu, então me obedeça. Sou seu pai”, “enquanto eu for o dono dessa empresa, as coisas aqui vão proceder como eu quiser”.

Quando a pergunta “quem sou eu?” não está previamente respondida pelo cargo, ela se refere ao sujeito, a sua história e, principalmente, aos laço es históricos contruídos nessa relação. Então, ela é, a cada momento, uma folha em branco que exige de quem quer ser obedecido, a construção de uma estratégia planejada exclusivamente para a situação.

Ou seja, ela exige esforço, reflexão e principalemente, empatia. Ela substitui o “faça o que eu mando” pelo “o que é preciso para que você faça o que eu gostaria?. E, nesse caso, a pergunta “quem está mandando?” é substituida pela pergunta “Por quê?”. Por que fazer o que você quer? Qual a função disso que você me pede? E, até, porque não, “qual a proposta?!

Abrir mão do autoritarismo é tornar-se um exemplo a ser seguido. Abidicando da posição de atoridade para se ocupar o lugar de lider ou de modelo. Para isso, saber-se o que se quer com clareza, para o futuro de longo prazo, clarear para todos os envolvidos quais são esses objetivos, convencê-los de que esses objetivos são interessantes para todos, incluir os interesses e necessidades do outro no processo… enfim, sair de um mundo autocentrado, para um espaço coletivo de considerações mútua, contruído voluntariamente é a base de ser amado.

Ou seja, parar de mandar, exige trabalho, exige educação e inteligência mútua. É muito mais fácil determinar um poder ao cargo, assumi-lo com a ajuda de terceiro e, depois enfiar o poder goela abaixo por violência ou culpa. É mais fácil vesrtir-se com a toga adiquirida por concurso do que construir uma relação de admiração mútua com o mundo. O segundo necessita que o outro se intersse por você e, que você tenha ele como foco da sua vida.

Olhar para o outro, construir uma laço de empatia e, colocá-lo com centro é a base de ser amado e admirado. Imagine um mãe que, ao invés de gritar, chama, ao invés de ameçar, convida. Seria impensável construir com filhos, uma relação onde, ao invés de gritar na porta do quarto pela manhã, todos, colaborativamente, trabalham pelo café da manhã. Ao invés de cada um olhar para seu umbigo e obedecer que tem juízo, todos assumem suas resposabilidades e compartilham o convívio comunitário. Cada um faz por construir sua parte no espaço coletivo. Imagine o trabalho que isso daria: diálogos, conversas, convivências, abraços, dicussões,narrativas, exemplos. Um trabalho infinito, cansativo, repetitivo e, com grande chances de ter que ser refeito e mantido carinhosamente.

As narrativas aproximam, trazer a história pessoal como uma aventura, humaniza a imagem do narrador e forja identificação com os sentimentos e passagens. Os diálogos colocam o outro em novas perspectivas (seria preciso admitir que os filhos crescem e passam a estar certos também). A convivência gera intimidade e verdade sobre quem se é e o que se mostra na relação, então, a realidade precisa ser construída de forma entusiasmante. Mas, tudo isso exige tempo, investimento de afeto, constância e flexibilidade. Exige responsabilidade sobre a relação.

Nossa, eu concordo, é muito trabalho: É muito melhor ser temido, basta saber contar até 3 e descer a porrada.