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Pos-pandemic society
Pos-pandemic society

On the other hand, nothing has changed in the basic order, more than that, it has been achieved. Whatever happens, the rich have become richer and social inequality has increased. This gives rise to the gospel of the total economy: empires can collapse, only the power of capital is reliable, that is the only salvation

Adaptation and future
Adaptation and future

The truth is, bad things don’t affect us as much as we might expect. The same also applies to good things

The fool
The fool

The reason used for this common will, the evaluation must be the technical rationalizations arising from the free thought of the fear of the gods: accounting, auditing, the legal, the forms of rationalization of governmental knowledge, among them, the bio-politics is that they should serve as a ruler of good government. All added together in an idea of ​​truth and a discourse on the truth of the state of the government. And, based on this rationality rationale, there are no truths or points of view, but a single truth, such as that of 2 + 2 = 4.

The cis scam

So, it is not enough to be a man or a woman (whatever that means), one must also be straight-convincing. You have to show the other human being that you are cis and convince him of that. In addition, it is necessary to miss a part of the great party of life. Communion is a great celebration of life. Loving your neighbor as yourself is a great celebration of life.

Guilty and Brasilian moral
Guilty and Brasilian moral

I write here, with great affection for all the patients I attended in my career as a psychologist. I write here for all the friends and friends of the friends. I write here for my daughter, my mother and my wife. I am disgusted and the text is long and loaded.

Re-start
Re-start

This notion that everything has its drawer, therefore, clear, organizable, suitable, and adjustable limits, may be useful for material things, socks, shirts, cutlery. But when we think about the dynamics of life processes, there is no point where an end ends and a new beginning begins. Both are merged into a continuous and indissoluble amalgam.

Destiny is inexorable
Destiny is inexorable

We live according to the decisions or choices made. And choices and decisions will have consequences. Thus, the more knowledge, the more experience and, just as importantly, the more capacity to analyze the situation, the better the choices will be made.

Loneliness
Loneliness

The question and justification for this struggle are that the determination of the rules to social boundaries is arbitrary in relation to the individual. Being born without arms is not a personal choice. Worse, many of these arbitrarinesses are not even differentiating or harmful elements in themselves, they are pure prejudice and cowardice, being black, being poor, being fat, being a woman.

O Amor Resiliente: Conectando-se em Tempos de Guerra e Crise

Introdução: O Farol na Tempestade

Em um mundo frequentemente marcado por conflitos, desastres naturais e instabilidade social, o conceito de amor pode parecer um luxo ou um ideal distante. No entanto, é precisamente em tempos de guerra e crise que a capacidade humana de amar e de se conectar se revela em sua forma mais profunda e essencial. Proponho explorarmos como o amor não apenas sobrevive, mas muitas vezes floresce sob pressão, servindo como um pilar fundamental para a saúde mental e a resiliência humana. Compreender essa dinâmica é crucial para navegar os desafios atuais, encontrando força e significado nas nossas relações mais íntimas. O amor em tempos difíceis não é uma fuga, mas uma âncora vital.

Desenvolvimento Teórico: As Raízes Psicológicas da Conexão na Adversidade

A psicologia oferece diversas lentes para entender a intensificação do amor e da conexão em cenários de adversidade. A Teoria do Apego de Bowlby sugere que, diante de ameaças, nossa necessidade inata de buscar segurança e proximidade com figuras de apego se acentua. Em tempos de crise, parceiros e familiares tornam-se nossa "base segura" primordial, um refúgio emocional contra o caos externo.

Do ponto de vista da Psicologia Evolucionista, o comportamento pró-social e a formação de laços fortes foram essenciais para a sobrevivência da espécie. A coesão do grupo e o apoio mútuo aumentam as chances de superar desafios. A Teoria de Manejo do Terror (TMT) adiciona outra camada: confrontados com a mortalidade e a incerteza, buscamos significado e imortalidade simbólica, frequentemente fortalecendo laços íntimos, que oferecem um senso de pertencimento e propósito que transcende a finitude individual. A liberação de oxitocina, o "hormônio do amor", é estimulada pelo contato social e pelo apoio mútuo, ajudando a mitigar o estresse e a promover a ligação afetiva. Essa interdependência emocional e prática não é uma fraqueza, mas uma estratégia adaptativa poderosa que nos permite enfrentar o desconhecido com mais coragem.

Impacto no Cotidiano: Entre a Força e a Fragilidade das Relações

A presença do amor e do apoio mútuo durante crises manifesta-se de maneiras multifacetadas no dia a dia. Positivamente, ele pode atuar como um amortecedor contra o trauma e o estresse. Casais e famílias que conseguem se apoiar experimentam maior empatia, intimidade e um senso compartilhado de propósito, o que fortalece a resiliência individual e coletiva. A reavaliação de prioridades, comum em tempos de crise, muitas vezes eleva o valor das relações humanas, levando a uma maior apreciação e dedicação aos entes queridos. A solidariedade e a colaboração se tornam atos de amor essenciais para a sobrevivência e a reconstrução.

Contudo, a adversidade também impõe tensões significativas. O estresse crônico, o luto, a incerteza financeira e o medo podem esgotar recursos emocionais, levando a irritabilidade, falhas de comunicação e, em casos extremos, ao aumento de conflitos ou à violência doméstica. O risco de "trauma vicário" ou "fadiga por compaixão" também é real, onde a dor do outro afeta a saúde mental do parceiro. É crucial reconhecer que, mesmo em relacionamentos amorosos, há limites para a capacidade de suporte sem o devido cuidado consigo e com o outro. Equilibrar a necessidade de conexão com a necessidade de espaço individual é um desafio constante.

Estratégias Práticas: Cultivando o Amor em Meio ao Caos

Para nutrir o amor e a conexão em tempos turbulentos, algumas estratégias baseadas em evidências são fundamentais:

1. Comunicação Consciente e Empática: Crie um espaço seguro para expressar medos, angústias e esperanças. Pratique a escuta ativa, sem julgamento, e valide os sentimentos do outro. Use "eu" em vez de "você" ao expressar necessidades ("Eu me sinto preocupado com X" em vez de "Você nunca me ouve"). Isso previne defesas e promove a compreensão mútua, fundamental para a construção de confiança.

2. Ritualize a Conexão: Mesmo em meio ao caos, estabeleçam pequenos rituais diários de conexão. Pode ser um café da manhã juntos, um abraço de cinco minutos antes de dormir, ou uma breve conversa para verificar como o outro está se sentindo. Esses momentos intencionais, por menores que sejam, fortalecem o vínculo e oferecem previsibilidade e conforto emocional em um mundo imprevisível.

3. Priorize o Autocuidado Individual e Conjunto: Lembre-se que não se pode oferecer suporte a partir de um recipiente vazio. Incentive e apoie o autocuidado um do outro (sono, alimentação, exercício, hobbies). Além disso, busquem atividades conjuntas que tragam alegria e relaxamento, como ouvir música, caminhar na natureza ou assistir a um filme, para recarregar as energias em conjunto. Cuidar de si é cuidar da relação.

Conclusão: A Chama que Não se Apaga

Em tempos de guerra e crise, o amor se revela não como uma fragilidade, mas como uma das forças mais potentes da experiência humana. É um farol de esperança, um catalisador para a resiliência e um bálsamo para a alma. Ao nutrir conscientemente nossos laços, cultivamos um refúgio de força e significado, provando que, mesmo diante da adversidade mais cruel, o amor sempre encontra um caminho para florescer. Nesses tempos incertos, o amor não é um luxo, mas uma necessidade fundamental. Olá, leitores. Como psicólogo clínico e pesquisador com doutorado, é uma honra compartilhar reflexões sobre um tema tão profundamente humano e relevante.

Raul de Freitas Buchi