Autor: Raul de Freitas Buchi

The cis scam

So, it is not enough to be a man or a woman (whatever that means), one must also be straight-convincing. You have to show the other human being that you are cis and convince him of that. In addition, it is necessary to miss a part of the great party of life. Communion is a great celebration of life. Loving your neighbor as yourself is a great celebration of life.

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A farsa cis

Então, não basta ser homem ou mulher (seja lá o que isso quer dizer), é preciso ser também hétero-convincente. É preciso mostrar para o outro ser humaninho que se é cis e convencê-lo disso. Além disso, é preciso perder uma parte da grande festa da vida. A comunhão é a grande festa da vida. Amar ao próximo como a si mesmo é a grande festa da vida.

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Recomeçar

Essa noção de que tudo tem sua gaveta, portanto limites claros, organizáveis, cabíveis e ajustáveis, talvez sirva para as coisas materiais, as meias, as camisas, os talheres. Mas quando pensamos na dinâmica dos processos da vida, não há um ponto onde um fim termina e o recomeço inicia. Ambos estão fundidos em um amálgama contínuo e indissolúvel.

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Re-start

This notion that everything has its drawer, therefore, clear, organizable, suitable, and adjustable limits, may be useful for material things, socks, shirts, cutlery. But when we think about the dynamics of life processes, there is no point where an end ends and a new beginning begins. Both are merged into a continuous and indissoluble amalgam.

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Loneliness

The question and justification for this struggle are that the determination of the rules to social boundaries is arbitrary in relation to the individual. Being born without arms is not a personal choice. Worse, many of these arbitrarinesses are not even differentiating or harmful elements in themselves, they are pure prejudice and cowardice, being black, being poor, being fat, being a woman.

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Solidão

A questão e a justificativa para essa luta é que a determinação das normas é arbitrária em relação ao indivíduo. Nascer sem braços não é uma escolha pessoal. E pior, muitas dessas arbitrariedades nem são elementos diferenciadores ou prejudiciais em si, são puro preconceito e covardia, ser negro, ser pobre, ser gordo, ser mulher.

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