Thoughts, feelings and, realities

An old argument among philosophers is the question between the rational world and the sensible world. The fight that has lasted for almost 2 millennia without reaching a conclusion of which of the two should be taken as the most reliable source for the understanding of things.

In the practice of life, we tend to make a choice: some people believe and take as the guiding reference of life the though (whether or not it is logical), other people choose the feelings and emotions for that role (perfect????).

Both bring benefits and also difficulties.

A person who is overly guided by thoughts can be deceived by them, as is the case of people suffering from Anxiety Disorders or Psychotic Disorders. But it can also, as a side effect, bring some emotional distance from its peers, losing empathy and the ability to fully connect with others. But in another instance, it can be a person with more clarity in decision making, more firmness and, control over the goals of life.

People who take the feelings and emotions as a reference for the conduct of life can become a little tolerant of frustration. Letting themselves be guided by their feelings, they bring their emotional reactions to fire and fire, reacting with intensities different from those expected for the cultural space in which they find themselves. They lose the ability to be assertive. Depressed patients often succumb to negative emotions, losing the ability to deal with the practical things in life.

Reality is, for the human being involved in the culture, something unattainable, just like nature. Therefore, the best posture is, of course, the middle posture between the two poles. Such is the balance between emotional reference and thought, between the sensible and the rational world.

Raul de Freitas Buchi

Pensamentos, sentimentos e realidades

Uma velha discussão entre os filósofos é a questão entre o mundo racional e o mundo sensível. A briga que se estende há praticamente 2 milênios sem chegar a uma conclusão de, qual dos dois, deve ser levado como fonte mais fidedigna para o entendimento das coisas.

Na prática, tendemos a fazer uma escolha: algumas pessoas acreditam e tiram como referência norteadora da vida, o pensamento (seja ele lógico ou não), outras pessoas escolhem as sensações e emoções para esse papel.

Ambos trazem benefícios e também dificuldades.

 A pessoa que se guia demais pelos pensamentos pode acabar enganada por eles, como é o caso de quem sofre de Transtornos da Ansiedade ou de Transtornos Psicóticos. Mas, também pode, como efeito colateral, se distanciar emocionalmente de seus pares, perdendo a empatia e a capacidade de se relacionar plenamente. Mas, em outra instância, pode ser uma pessoa com mais clareza nas tomadas de decisão, mais firmeza e controle frente aos objetivos da vida.

As pessoas que tomam os sentimentos e emoções como referência para a condução da vida podem tornar-se pouco tolerantes a frustação. Deixando-se guiar pelos sentimentos, levam as reações corporais emocionais a ferro e fogo, reagindo com intensidades diferentes das esperadas para o espaço cultural em que se encontram. Perdem assim, a capacidade de ser assertivo. Os pacientes deprimidos, com frequência sucumbem às emoções negativas, perdendo a capacidade de lidar com as coisas práticas da vida.

A realidade é, para o ser humano envolvido na cultura, algo inatingível, assim como a natureza. Portanto, a melhor postura é, claro, a do meio termo entre os dois polos. O tal do equilíbrio entre a referência emocional e o pensamento, entre o mundo sensível e o racional.

Raul de Freitas Buchi

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